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35 Razões Para Não Pecar (por Jim Elliff)

1 – Porque um pequeno pecado leva a mais pecados.

2 – Porque o meu pecado evoca a disciplina de Deus.

3 – Porque o tempo gasto no pecado é desperdiçado para sempre.

4 – Porque o meu pecado nunca agrada a Deus; pelo contrário, sempre O entristece.

5 – Porque o meu pecado coloca um fardo imenso sobre os meus lideres espirituais.

6 – Porque, no devido tempo, o meu pecado produz tristeza em meu coração.

7 – Porque estou fazendo o que não devo fazer.

8 – Porque o meu pecado sempre me torna menor do que eu poderia ser.

9 – Porque os outros, incluindo a minha família, sofrem conseqüências por causa do meu pecado.

10 – Porque o meu pecado entristece os santos.

11 – Porque o meu pecado causa regozijo nos inimigos de Deus.

12 – Porque o meu pecado me engana, fazendo-me acreditar que ganhei, quando, na realidade, eu perdi.

13 – Porque o pecado pode impedir que eu me qualifique para a liderança espiritual.

14 – Porque os supostos benefícios de meu pecado nunca superam as conseqüências da desobediência.

15 – Porque me arrepender do meu pecado é um processo doloroso, mas eu tenho de arrepender-me.

16 – Porque o pecado é um prazer momentâneo em troca de uma perda eterna.

17 – Porque o meu pecado pode influenciar outros a pecar.

18 – Porque o meu pecado pode impedir que outros conheçam a Cristo.

19 – Porque o pecado menospreza a cruz, sobre a qual Cristo morreu com o objetivo específico de remover o meu pecado.

20 – Porque é impossível pecar e seguir o Espírito Santo, ao mesmo tempo.

21 – Porque Deus escolheu não ouvir as orações daqueles que cedem ao pecado.

22 – Porque o pecado rouba a minha reputação e destrói o meu testemunho.

23 – Porque outros, mais sinceros do que eu, são prejudicados por causa do meu pecado.

24 – Porque todos os habitantes do céu e do inferno testemunharão sobre a tolice deste pecado.

25 – Porque a culpa e o pecado podem afligir minha mente e causar danos ao meu corpo.

26 – Porque o pecado misturado com a adoração torna insípidas as coisas de Deus.

27 – Porque o sofrer por causa do pecado não tem alegria nem recompensa, ao passo que sofrer por causa da justiça tem ambas as coisas.

28 – Porque o meu pecado constitui adultério com o mundo.

29 – Porque, embora perdoado, eu contemplarei novamente o pecado no Tribunal do Juízo, onde a perda e o ganho das recompensas eternas serão aplicados.

30 – Porque eu nunca sei por antecipação quão severa poderá ser a disciplina para o meu pecado.

31 – Porque o meu pecado pode indicar que ainda estou na condição de uma pessoa perdida.

32 – Porque pecar significa não amar a Cristo.

33 – Porque minha indisposição em rejeitar este pecado lhe dá autoridade sobre mim, mais do que estou disposto a acreditar.

34 – Porque o pecado glorifica a Deus somente quando Ele o julga e o transforma em uma coisa útil; nunca porque o pecado é digno em si mesmo.

35 – Porque eu prometi a Deus que Ele seria o Senhor de minha vida.

“Eu queria apenas ver o seu sorriso todos os dias ao acordar…
te abraçar, sentir seu cheiro, olhar teus olhos.. beijar tua boca…
te fazer feliz… construir o futuro que tantas vezes sonhamos juntos..
sem medo de ser feliz e encarar de frente tudo e todos..”

Falo por mim, por mais ninguém, e digo:

Tenho um coração e ele bate, e tem sentimentos.

Tenho cabeça e penso, e tem sabedoria.

Tenho olhos e vejo, e muitas vezes não gosto.

Tenho boca e provo, mas muitas vezes desgosto.

Tenho ouvidos e ouço, mas por muitas vezes finjo de surdo.

Tenho nariz e cheiro, ih, perdi as contas de quantas vezes disse: isso não tá me cheirando bem.

Tenho pernas e ando, mas muitas vezes não sei que caminho seguir.

Tenho mãos e pego, mas nem sempre aperto.

Tenho estômago e sinto fome, mas nem sempre como.

Sei que sou humano e falho, mas quem é você para julgar.

Pensando assim me fortaleço pois vejo aqui que não o conheço e por falar de amor sinto apreço por quem muitas vezes até mesmo agora, olhando a chuva lá fora, caindo em lentas partes aos montes, sigo cantando e paro, paro e penso no porquê, deste tanto querer, que me devora o ser, mas que me faz crescer, e que mesmo em meio a dor, me faz sorrir outra vez, pois sei que nada sei, e que quem me leva é o Senhor, e os olhos Dele a me contemplar, projetando cada passo que dou, nesse imenso amor, não me fez robô mas me fez para sentir, e o que sinto está escrito aqui, e você que lê muitas vezes não vai entender, mas aí começa de novo e vê se esquece do mundo, pois ele te contamina e te faz burro, o mundo é do maligno e ele te quer mal, mas há alguém cujo poder destrói, qualquer força que se acha forte, pois Ele é a verdadeira rocha, que não se abala e nem se fere, e pra sempre permanece, e é nessa força que vou, confiando e seguindo, mesmo que mãe e pai me desamparem, EU todavia não me esquecerei de ti, diz o Senhor.

Luis Tadeu Bruno Piacesi

DEUS NUNCA DEIXA SEUS FILHOS ENGANADOS! ELE n é homem para q minta nem filho do homem para q se arrependa. Se prometeu, vai cumprir. CREIA.

Enquanto vivemos neste mundo, não podemos estar sem trabalhos e tentações. Por isso lemos no livro de Jó (7,1): É um combate a vida do homem sobre a terra. Cada qual, pois, deve estar acautelado contra as tentações, mediante a vigilância e a oração, para não dar azo às ilusões do demônio, que nunca dorme, mas anda por toda parte em busca de quem possa devorar (1 Pdr 5,8) . Ninguém há tão perfeito e santo, que não tenha, às vezes, tentações, e não podemos ser delas totalmente isentos.

São, todavia, utilíssimas ao homem as tentações, posto que sejam molestas e graves, porque nos humilham, purificam e instruem. Todos os santos passaram por muitas tribulações e tentações, e com elas aproveitaram; aqueles, porém, que não as puderam suportar foram reprovados e pereceram. Não há Ordem tão santa nem lugar tão retirado, em que não haja tentações e adversidades.

Nenhum homem está totalmente livre das tentações, enquanto vive, porque em nós mesmos está a causa donde procedem: a concupiscência em que nascemos. Mal acaba uma tentação ou tribulação, outra sobrevém, e sempre teremos que sofrer, porque perdemos o dom da primitiva felicidade. Muitos procuram fugir às tentações, e outras piores encontram. Não basta a fuga para vencê-las; é pela paciência e verdadeira humildade que nos tornamos mais fortes que todos os nossos inimigos.

Pouco adianta quem somente evita as ocasiões exteriores, sem arrancar as raízes; antes lhe voltarão mais depressa as tentações, e se achará pior. Vencê-las-á melhor com o auxílio de Deus, a pouco e pouco com paciência e resignação, que com importuna violência e esforço próprio. Toma a miúdo conselho na tentação e não sejas desabrido e áspero para o que é tentado, trata antes de o consolar, como desejas ser consolado.

O princípio de todas a más tentações é a inconstância do espírito e a pouca confiança em Deus; pois, assim como as ondas lançam de uma parte a outra o navio sem leme, assim as tentações combatem o homem descuidado e inconstante em seus propósitos. O ferro é provado pelo fogo, e o justo pela tentação. Ignoramos muitas vezes o que podemos, mas a tentação manifesta o que somos. Todavia, devemos vigiar, principalmente no princípio da tentação; porque mais fácil nos será vencer o inimigo, quando não o deixarmos entrar na alma, enfrentando-o logo que bater no limiar. Por isso disse alguém: Resiste desde o princípio, que vem tarde o remédio, quando cresceu o mal com a muita demora (Ovídio). Porque primeiro ocorre à mente um simples pensamento, donde nasce a importuna imaginação, depois o deleite, o movimento; e assim, pouco a pouco, entra de todo na alma o malvado inimigo. E quanto mais alguém for indolente em lhe resistir, tanto mais fraco se tornará cada dia, e mais forte o seu adversário.

Uns padecem maiores tentações no começo de sua conversão, outros, no fim; outros por quase toda a vida são molestados por elas. Alguns são tentados levemente, segundo a sabedoria da divina Providência, que pondera as circunstâncias e o merecimento dos homens, e tudo predispõe para a salvação de seus eleitos.

Por isso não devemos desesperar, quando somos tentados; mas até, com maior fervor, pedir a Deus que se digne ajudar-nos em toda provação, pois que, no dizer de S. Paulo, nos dará graça suficiente na tentação para que a possamos vencer (1 Cor 10,13). Humilhemos, portanto, nossas almas, debaixo da mão de Deus, em qualquer tentação e tribulação porque ele há de salvar e engrandecer os que são humildes de coração.

Nas tentações e adversidades se vê quanto cada um tem aproveitado; nelas consiste o maior merecimento e se patenteia melhor a virtude. Não é lá grande coisa ser o homem devoto e fervoroso quando tudo lhe corre bem; mas, se no tempo da adversidade conserva a paciência, pode-se esperar grande progresso. Alguns há que vencem as grandes tentações e, nas pequenas, caem freqüentemente, para que, humilhados, não presumam de si grandes coisas, visto que com tão pequenas sucumbem.

(Thomas Kempis)

É HORA DE MUDAR!

Que tal correr o risco?

Já reparou como nunca imaginamos que algo extraordinário acontecerá em nossas vidas, nem de ruim, nem de bom demais? Conosco, nunca um acidente grave acontecerá (por isso somos tão descuidados em alguns detalhes: filho pequeno no banco da frente do carro, cigarro, excesso de comida, falta de gentileza, e por aí vai), tampouco teremos sorte grande na loteria. A tragédia só acontece com o vizinho. E é dele a grama mais verde também.

É assim porque preferimos continuar sempre no mesmo a arriscar um vendaval que só Deus sabe onde vai dar. Administrar o nosso feijão-com-arroz é mais seguro; as coisas já estão, male-male, no controle. Nos condicionamos a ficar cada vez melhores em evitar que a vida nos surpreenda: fazemos exatamente as mesmas coisas todos os dias, mantemos os mesmo hábitos, gestos, postura, tudo para garantir os resultados de sempre, mesmo que seja para lamentar depois (vai entender!).

Nossos desejos nascem daquilo que não temos, claro, e podem variar entre uma família feliz e um transplante de coração, uma casa na praia, um casamento idealizado, um prêmio Nobel. E o que torna todas essas coisas impossíveis? Falta de coragem? Preguiça?

Engraçado como poucas vezes nos damos conta de que arriscamos tantas realizações em nome das coisas mais banais da vida. Trocamos a vontade de mais sucesso (que exige empenho) pela novela das 8. Invejamos aquele corpo magro e saudável, mas nos afogamos em pizza com Coca-cola. Todos os dias! E numa passividade que nos encabula todo final de ano ou aniversário (épocas em que fazemos “aquela” revisão).

Mudar não é nada fácil, a gente sabe. Entretanto, como nem tudo está perdido nessa vida, existe um treino capaz de levantar uma poeira nova. O problema é que não tem receita pronta, mas se eu puder dar uma dica, uma única que seja, aqui vai ela: incomode-se. O incômodo, se alimentado com movimento, gera mudança. Mas, olha lá, heim? Não é para incomodar os outros ou, simplesmente, lamentar as mazelas sentado na poltrona. Nietzsche dizia que “a vontade é impotente perante o que está para trás dela”. Portanto, além da vontade, é preciso ter determinação e muita, muita coragem para contrariar nossas resistências. Boa sorte!

Do site: http://yahoo.minhavida.com.br

NO SILENCIO, DEUS FALA

Quando estamos magoados, às vezes encontramos a cura falando sobre essa magoa – com um amigo, com um conselheiro, com Deus. Mas, por fim, chega o momento de parar de falar e começar a ouvir.

Há vezes em que falar é violar o momento… Nesses casos, o silencio representa o maior respeito. O termo que mais bem define instantes como esses é reverencia.

Essa foi uma lição que Jó, – o homem na Bíblia mais tocado pela tragédia e pelo desespero – aprendeu. Se Jó tinha um defeito, seu defeito era a língua. Ele falava demais.

Não que alguém pudesse culpá-lo; a calamidade lançou-se sobre o homem como uma leoa sobre um bando de gazelas, e, quando o alvoroço passou, mal havia restado uma parede em pé ou um ente querido com vida.

Jó sabia como era perder aqueles a quem amava quando a casa veio abaixo.

Jó nem teve tempo de enterrar seus filhos antes de ver a lepra em suas mãos e as terríveis feridas em sua pele. Sua esposa, ainda que muito compassiva, lhe disse: “Amaldiçoe a Deus, e morra”. Seus quatros amigos se aproximaram de seu leito como sargentos instrutores, dizendo-lhe que Deus é justo e que a dor é conseqüência do pecado, e que, tão certo quanto dois mais dois são quatro, Jó devia ter algum antecedente criminal em seu passado para sofrer assim.

Cada um tinha sua própria interpretação de Deus, e cada um falava em alto e bom som sobre quem é Deus e por que Deus fizera aquilo tudo. Eles não foram os únicos a falar sobre Deus. Quando os acusadores de Jó pararam, Jó deu sua resposta. De um lado para o outro eles andavam…

Jó abriu a boca… (3.1)
Então respondeu Elifaz, de Temã… (4:1)
Então Jó, respondeu… (6.1)
Então Bildade, de Suá, respondeu… (8.1)
Então Jó, respondeu….. (9.1)
Então Zofar, de Naamate, respondeu… (11.1)

Este pingue-pongue verbal se estende por 23 capítulos. Por fim, Jó fica cheio dessas “respostas”. Chega de conversa fiada em grupo! É hora de fazer um discurso importante. Ele segura o microfone com uma mão e o púlpito com a outra, e começa. Por seis capítulos, Jó dá suas opiniões sobre Deus. Desta vez, o capitulo começa com: “E Jó prosseguiu”, “E Jó prosseguiu”, “E Jó prosseguiu”. Ele define Deus, explica Deus, examina Deus. Tem-se a impressão de que Jó sabe mais sobre Deus do que o próprio Deus!
Chegamos ao capitulo 37 do livro antes de Deus limpar a garganta para falar. O capitulo 38 começa com estas palavras: “Então o SENHOR respondeu a Jó”.

Deus fala. Rostos se voltam para o céu. Ventos inclinam as arvores. Os vizinhos se lançam nos abrigos para tempestades. Gatos sobem correndo nas arvores e cachorros se enfiam no meio das moitas. Deus não precisou abrir mais a sua boca para falar que Jó soubesse que deveria manter a sua fechada.

Vou fazer-lhe perguntas, e você me responderá.
“Onde você estava, quando lancei os alicerces da terra?
Responda-me, se é que você sabe tanto.
Quem marcou os limites das suas dimensões?
Talvez você saiba!
E quem estendeu sobre ela a linha de medir?
E os seus fundamentos, sobre o que foram postos?
E quem colocou sua pedra de esquina,
Enquanto as estrelas matutinas juntas cantavam e todos os anjos se regozijavam?” (38.3-7)

Deus inunda o céu de perguntas e Jó não pode deixar de fazer outra coisa senão entender: somente Deus define Deus. Você precisa conhecer o alfabeto antes de poder ler; e Deus diz para Jó: “Você nem conhece o ABC do céu, muito menos tem vocabulário”. Pela primeira vez, Jó fica quieto. Silenciado pela enxurrada de perguntas.

Você já foi até as nascentes do mar, já passeou pelas obscuras profundezas do abismo? Acaso você entrou nos reservatórios de neve, já viu os depósitos de saraiva? É você que dá força ao cavalo ou veste o seu pescoço com sua crina tremulante? Você o faz saltar como gafanhoto? É graças à inteligência que você tem que o falcão alça vôo e estende as asas rumo ao sul? (38.16,22; 39.19,20, 26)

Jó mal tem tempo para balançar a cabeça em resposta a uma pergunta antes de outra lhe ser feita. A implicação do Pai é clara: “Assim que você for capaz de lidar com estas simples questões relacionadas a armazenar estrelas e esticar o pescoço do avestruz, teremos uma conversa sobre dor e sofrimento. Mas, até lá, não precisamos de seus comentários”.

Jó entendeu a mensagem? Acho que sim. Ouça a resposta de Jó:

Sou indigno; como posso responder-te? Ponho a mão sobre a minha boca. (40.4)

Observe a mudança. Antes de ouvir Deus, Jó não conseguia falar o suficiente. Depois de ouvir Deus, ele não conseguia falar nada.

O termo usado para tais momentos é reverencia.

Jesus ensinou-nos a orar com reverencia ao exemplificar para nós o “Santificado seja o teu nome”. Essa frase é uma petição, não uma declaração. Um pedido, não um anuncio. “Sê santificado, Senhor. Faze o que for preciso para ser santo em minha vida. Ocupa o teu legitimo lugar no trono. Exalta-te. Engrandece-te. Glorifica-te. Sê Senhor, e eu ficarei em silencio.”
A palavra santificado vem da palavra santo, e a palavra santo significa “separar”. A origem da palavra pode ser remontada a uma palavra antiga que significa “cortar”. Ser santo, então, é estar acima da norma, ser superior, ser extraordinário. O santo habita um nível diferente daquele em que o restante de nós vive. O que nos assusta não o assusta. O que nos preocupa não o preocupa.

Como Jó, você encontra paz na dor.
Como Jó, você cobre sua boca e fica quieto.

“Parem de lutar! Saibam que eu sou Deus!” (Salmos 46.10). Esse versículo contém um mandamento com uma promessa.
Qual o mandamento? Parem de lutar. Cubram a boca. Dobrem os joelhos.
Qual a promessa? Vocês saberão que eu sou Deus.

O barco da fé viaja em águas tranqüilas. A crença anda nas asas da espera.

Deixe que Deus seja Deus. Deixe que Ele o banhe em sua gloria para que tanto seu fôlego como seus problemas sejam absorvidos de sua alma. Fique quieto. Fique em silencio. Esteja aberto e disposto. Reserve um momento para ficar quieto e saber que ele é Deus.

(trecho do livro de Max Lucado – Dias Melhores Virão)

Como se aproximar de Deus

1- Humilhe-se diante de Deus (Tiago 4:7)
Submeta-se à sua autoridade e vontade, comprometa sua vida com Ele e com seu controloe, e esteja disposto a segui-lo.

2- Resista ao diabo (Tiago 4:7)
Não permita que satanás lhe teste e seduza.

3- Limpe suas mãos e purifique seu coração, isto é, viva uma vida pura (Tiago 4:8)
Seja limpo do pecado, substituindo o seu desejo de pecar pelo desejo de experimentar a pureza de Deus.

4- Sinta tristeza e profundo pesar pelos seus pecados (Tiago 4:9)
Não tenha medo de expressar uma profunda tristeza pelo que você fez.

5- Humilhe-se diante do Senhor, e Ele o exaltará (Tiago 4:10 e 1 Pedro 5:6)

O importante é não se sentir culpado. Não fique se culpando se em sua caminhada você cair, falhar, errar. Não importa o tamanho da sua queda, Deus estará sempre ali para te dar a mão.
Sim, você precisa se arrepender do pecado cometido, orando a Deus e pedindo que Ele guie seus passos, que Ele o conserte.
Nossa caminhada com Cristo não deve ser angustiante, como se estivesse fazendo uma obrigação diária. Não deve se tornar uma tarefa árdua. Deve ser leve, pois Cristo carrega nosso fardo diariamente. Deve ser alegre pois Ele nos traz alegria pela manhã, mesmo após uma noite de lágrimas.

Ser de Cristo é ter a certeza de que nunca se está só;
É saber que as lutas vem mas que somos mais que vencedores em Cristo;
É ter a paciência e a sabedoria de Deus;
É ter domínio próprio;
É não se abater com os problemas pois estes estão nas mãos de Deus;
Ser de Cristo é ser um “servo livre”;
Ser de Cristo é caminhar dia-a-dia com Ele;
É não cruzar os braços esperando que Ele resolva, mas pedir a sabedoria, a direção para você mesmo tomar as providências, se assim for da vontade do Pai;
É confiar nas promessas;
É esperar nEle pelas promessas;
É estar preparado para o grande dia;
É estar sensível ao toque do Espírito Santo;
É buscar de madrugada;
É moderar a língua;
É não murmurar;
É buscar seu Reino e sua Justiça em primeiro lugar;
É obedecer e não sacrificar;
É amar ao próximo acima de qualquer suspeita;
É dividir o que se tem, e não pense que a divisão só é usada para dinheiro. Divida uma palavra, um carinho, seu tempo;
Ser de Cristo é não julgar a ninguém e principalmente não se julgar;
Ser de Cristo é olhar pra frente, para o alvo e não servir por vista (procurando agradar aos homens), mas servindo pela FÉ no Filho de Deus.

Lembre-se: O que ninguém viu nem ouviu, e o que jamais alguém pensou que podia acontecer, foi isso que Deus preparou para aqueles que o amam. (1 Coríntios 2:9b)

A partir do momento que as escamas caírem de seus olhos, os tampões saírem de seus ouvidos, e assim você tomar posse desta promessa, então você verá grandes coisas acontecendo na sua vida e não se surpreenderá pois estará pronto para recebê-las.

Mas enquanto você tratar com desprezo as bençãos diárias que Deus te dá, você continuará tendo o que sempre teve.

Lembre-se também de que Deus avalia como você administra as bençãos que Ele te dá todos os dias em todos os momentos, e se você estiver firme na caminhada com Cristo você saberá quais são, então Ele cumprirá as promessas na sua vida.

Fique na paz de Cristo.

(Luis Tadeu Bruno Piacesi – Ultrabiker Tadeu – Ultrabiker Todd)

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